Seção: Notícias
17 jan 2011Seção: Notícias
13 out 2010
Boizinho é baterista da banda Cachorro Grande. Confira mais nos próximos dias.
Escrito por Raphael SanchezSeção: Notícias
15 out 2009
“Aerosmith just offered 3 great gigs in South America, I will believe they are doing them when I’m on the plane!JP wants 2 me 2. Stay tuned”
Ou seja, ofereceram três grandes shows ao Aerosmith na América do Sul. Ela somente vai acreditar quando eles estiverem no avião (nós também!). Joe Perry e ela querem vir.
Nós também.
Fique ligado.
Obs: O Twitter da moça é este e o link direto para a postagem de cima é este.
Escrito por Raphael SanchezSeção: Notícias
24 set 2009
A banda mais foda do mundo deve vir ao Brasil em novembro. Segundo o site brasileiro dos caras, a data da apresentação em São Paulo saiu do site oficial.
Mesmo assim, a produtora confirmou o show.
Eles devem vir e, se você for fã mesmo, vai gastar uma boa grana.
Tá rolando – nesse mesmo site brasileiro – uma pesquisa sobre qual banda deve abrir o show do AC/DC. Veja os três primeiros (por enquanto):

Para votar, clique aqui.
…..
No início da próxima semana vocês passarão a conhecer algumas bandas da Thurbo Music. A primeira entrevista, pela internet, ainda é surpresa! Mas fiquem ligados!
…
A promoção dos Beatles está acabando. Como eu quero muito usar o banner que fiz, aí vai ele de novo… Clique para mais informações:
Escrito por Raphael SanchezSeção: Notícias
24 ago 2009
O Terra está sorteando ingressos para o show da (graça da) Lilly Allen em São Paulo e no Rio. Você tem de responder a pergunta:
“Qual das faixas exclusivas da Lily Allen no Sonora você mais gosta e por quê?”
As melhores respostas ganham 4 pares de ingresso.
Para participar, clique aqui.
Escrito por Raphael SanchezSeção: Notícias
28 jul 2009
Já noticiamos que Paul Mccartney deve tomar no Brasil (possivelmente três shows). Cada vez mais a possibilidade ganha força e se torna certeza.
A revista Rolling Stone noticiou, aqui, que o site Song Kick já adicionou em sua agenda de shows apresentações de Paul no Brasil.
Entrei nesse Song Kick, mas… Veja você mesmo:

Parece alguma piada, não? Veja os grifos.
De toda forma, esperamos você, Paul!
Escrito por Raphael Sanchez
Responderam nosso pedido de entrevista com a Mallu por e-mail. Eis:
Raphael,
A Mallu está estudando para recuperação e impossibilitada de participar.
Obrigado pelo convite.
Rogerio
É verdade, não é piada nossa.
Boa sorte, Mallu.
E bons shows, que estão marcados, em julho/agosto.
Seção: Resenhas
2 jul 2009As dimensões do estádio ainda vazio alertam: há de ser mais do que simplesmente um grande espetáculo. É preciso conter o entusiasmo, contudo, sob o risco de me frustrar mais tarde. Não a ansiedade; demoro um exato minuto para atravessar o campo e assegurar o espaço no qual jamais tive a pretensão de estar. O piano ainda está coberto, mas as letrinhas de seu manto são perfeitamente legíveis. O Yamaha preto ainda guarda consigo algum mistério e inquietude à espera de seu dono. Tudo o que nos separa é uma grade baixa e o vão para seguranças e fotógrafos trabalharem.
Ao meu lado, um garoto apenas um pouquinho mais alto que a grade me desperta a atenção: Elton John deveria ser exatamente assim aos seus oito ou nove anos. Os cabelos lisos e escorridos, o corte redondo e até mesmo os óculos precoces confundem o astro já denominado um Sir com o menino que mal enxerga o piano. Depois de confirmar com o senhor ao meu lado que é seu filho, exclamo por dois motivos: trata-se um protótipo do cantor, brinco, mas, falando sério, não é comum ver alguém tão novo com os olhos estalados no palco mesmo a horas do show começar. O senhor ri, diz que, por que não, seu filho um dia será como o mestre-pianista. “Conhece mais do que eu”, completa, e retruca a surpresa de sua parte: um estrangeiro perdido em Limerick, apenas por conta de Elton? “Sou brasileiro. Saí de São Paulo para vir a esse concerto, mas aproveitei para ficar um pouco em Dublin e polir o inglês”. O senhor responde em riso apreensivo, custando a equalizar a piada.
Mais uma hora e meia de espera. Mais chuva, mais frio. São dezenove horas e o estádio ainda está quase vazio quando o artista coadjuvante abre o espetáculo com seu violão e mais nada. A cada música que toca, aquece as mãos num sopro demorado. Algo em torno de meia hora depois, despede-se e deixa o palco pronto para os últimos ajustes. O piano é descoberto. O público aplaude. O funcionário da equipe técnica borrifa um produto qualquer a fim de manter seu brilho à altura. Não é preciso, convenhamos.

Legitimada a pontualidade britânica, Reginald Kenneth Dwight está no palco às oito da noite. Elton John, para os íntimos – também conhecidos como mundo inteiro. O medley de Funeral For a Friend e Love Lies Bleeding soa triunfal, perfeito para a ocasião. A sincronia inicial entre percussão, sintetizador e piano é intensa ao ponto de não se fazer perceber o delírio da multidão entre gritos e assobios. Sem delongas, Saturday Night Alright For Fighting. Não se tratasse de um repertório de Elton John, soaria algo inexperiente gastar um rock desses logo no início. Não há motivos para se preocupar, no entanto: não lhe faltam cartas na manga do fraque com motivos coloridos e brilhantes sobre a camisa de seda azul royal. Estampada nas costas, o que identifico como a figura de anos atrás do próprio músico sentado na lua. Elton sabe exatamente o que faz. E segue com Burn Down the Mission, não sem antes trocar as primeiras palavras com a plateia e agradecer a oportunidade de ser recebido num dos mais tradicionais estádios de rúgbi do país. Ao contrário de Bob Dylan, faz parte do show de Elton estar em contato permanente com os espectadores. Agora ele pede para que o público participe da próxima canção no intuito de que todos se mantenham aquecidos ante o tempo ruim. Trata-se de nada mais, nada menos do que Goodbye Yellow Brick Road. É quando constato que a pele eriçada já não é mais fruto do frio.

Ao fim de cada execução, Elton se levanta, vibra, reverencia os súditos de todos os lados. Aperta os punhos, grita, gesticula, agradece, acena em positivo com a cabeça. Não é diferente com o piano. O domínio sobre cada nota é impecável. A voz se mantém intacta. Diante do que assisto a cada canção, não há palavra qualquer que defina com mais exatidão o comportamento do mestre diante do que faz senão uma só, usualmente considerada vulgar: tesão. Elton John – ainda – tem imenso tesão pelo que faz. Óbvio, posto isso, é imaginar quem não teria.
Sobretudo quando se tem ao lado um conjunto igualmente poderoso. Além do piano, agora já sem mistério algum, mas inquieto como nunca, Elton conta com mais um teclado, uma guitarra (nas mãos versáteis do veterano Davey Johnstone, melhor dizer que são várias), uma bateria e percussão (impressionante, diga-se de passagem; o mais novo do grupo, John Mahon, usa meias-luas como “baquetas”).
Dentre clássicos românticos, músicas tristes, baladas, suingues, roques e virtuoses pop, fica o hibridismo de um artista que sabe sintetizar em perfeito equilíbrio mais de quatro décadas de carreira inquestionável. O tempo simplesmente não passou para Daniel, Tiny Dancer, Crocodile Rock, Candle in The Wind e vinte outras que compõem as duas horas e meia mais densas que já vivi. Concluídas, claro, com Your Song. Nem mesmo canções como está última, Sacrifice e Skyline Pingeon, aquelas as quais nos trazem a sensação de que já nascemos conhecendo, soam clichê quando executadas ali, ao vivo – e a pouquíssimos metros de mim. No todo, o show está longe de ser simplesmente um amontoado de sucessos revisitados – embora o pareça a quem não está na plateia ou nunca fez parte dela.
Às dez e meia da noite, sob alguma chuva e muitos aplausos, Sir Elton John se despede dos irlandeses e do brasileiro. Não deixa de ressaltar o agradecimento por termos todos não apenas ido, mas sido tão calorosos e amáveis em condições terríveis como aquela. Em sua simpatia e modéstia desmedidas, no entanto, ele bem sabe que o que nos aqueceu e nos elevou ao amor é exatamente aquilo que agora está coberto de novo.
Cabe-me agora contrariar a fama de entusiasta. Não devo escrever ou mesmo dizer de minhas impressões no paradoxal calor do momento. Avesso à tecnologia, mas o primeiro adepto quando ela é fácil e custa só vinte e cinco euros, tenho o disco do show minutos depois de seu fim. Os dias passam sem que eu consiga ficar sequer um só sem ouvi-lo.
É inegável: quatro meses, vinte dias e catorze minutos antes de estar em frente ao piano esperando por um grande espetáculo, comprei o ingresso que mudou, senão apenas minha vida, a forma como passei a vivê-la através da música.

Escrito por: Thiago Crespo, amigo, jornalista, dono do blog Dublin ao vivo, não volta mais da Irlanda.
Escrito por Raphael SanchezSeção: Notícias
23 jun 2009
Depois de ler tal notícia, até chorei de emoção! Fiquei me imaginando em um show do grandissíssimo Paul McCartney. Só o cara que, pra mim, é o melhor. Melhor músico, melhor compositor, melhor Beatle. MELHOR.
Me imaginei chorando igual criancinha ao som de “Let me roll it”, “My Love”, “Calico Skies” ou “Maybe I’m Amazed” (a qual pra mim é uma das melhores músicas do mundo, de todos os tempos!), pirando no comecinho de Jet: “ I can almost remember their funny faces, that time you told me that, you were going to be marrying soon, and jet, I thought the only, lonely place was on the moon, jet! jet!” Ah! Ou me deliciando com O cara aos gritos em “I’ve got a feeling”.
Aliás, que emoção indescritível seria ouvi-lo tocar os Beatles: All my loving, Back in the USSR, Let it be ou Drive my car! Ou qualquer outra que ele queira tocar. Que toque! Que toque! Toque tudo, faça um show de 24 horas pra, nem assim, saciar a vontade dos Beatle e Mccarney maníacos.
Agora o que basta é esperar pra que não seja mais um ano só de boatos. E esperar com o coração apertado e a vontade cada vez maior de vê-lo, ouvi-lo. Isso sim é paixão!
Vem, Paul McCartney!
Escrito por Tathy F.S.Seção: Notícias
20 jun 2009Ele é todo fofo e cria um ambiente super intimista graças a conexão que consegue manter com o público. Ele olha no olho, pega na mão e ri junto ao público. E, principalmente, mostra que está se divertindo, sabe? Está tendo tesão de estar em cima do palco. É contagiante. Não vou dizer que foi uma surpresa, porque não foi. Já tinha visto o show no canal multishow e percebi o cuidado que ele tem com o público – mas eu precisava ver pra crer. E é verdade. Que simpatia! E voz dele impecável! Perfeita e limpa, assim como no cd.
Os músicos são ótimos, também! E que voz linda que Reginaldo (o baixista) tem! Momentos altos do show: “Los Chicos de Ayer”, “Hey Yo Silver”, “O Mar”, “Cachaça” e, claro, “Semáforo”. Foi foda, também, o blues final junto com Luis Carlini. Me ganhou já! Vale a pena ouvir e baixar os cds…!
www.vanguart.com.br
www.myspace.com/vanguart
Vale a pena das uma olhada no fotolog deles também! Sempre atualizado!
Escrito por Tainá HernandesO Cavern é um site que divulga bandas indepedentes. Você pode enviar músicas, fotos e vídeos e encontrar entrevistas, comentários e análises de quem quer mostrar seu trabalho. Aqui sua banda ganha visibilidade. Mostre o seu mundo. Inscreva-se.